A gente cresce e começa a achar que brincar precisa de uma justificativa. Mas uma experiência divertida pode existir só porque é boa de fazer. Se você está sozinho, há várias maneiras simples de recuperar esse espaço sem depender de um programa elaborado.
Invente um desafio pequeno Escolha um objeto e desenhe sem olhar para o papel. Crie uma história curta com três palavras sorteadas de um livro. Monte uma fotografia engraçada usando objetos da casa. São propostas em que o resultado inesperado faz parte da brincadeira.
Não precisa registrar nem publicar. A liberdade de fazer algo que ninguém vai avaliar pode ser uma parte importante da diversão.
Brinque com o que já conhece Um jogo de cartas, um quebra-cabeça ou uma sequência de músicas para adivinhar os primeiros segundos também podem funcionar. Se usar um aplicativo, observe anúncios, compras e o tempo que pretende dedicar.
Evite transformar cada tentativa em competição consigo mesmo. Você pode perder uma partida, abandonar um desafio ou mudar as regras de uma brincadeira inventada.

Descubra seu jeito de se divertir Talvez você prefira palavras, imagens, sons ou atividades com as mãos. Experimente sem assumir uma identidade nova a cada interesse. Gostar de um jogo hoje não obriga você a praticá-lo toda semana.
Brincar na vida adulta é também permitir um pouco de imperfeição. Nem tudo precisa sair certo para ser agradável. E nem toda atividade precisa ser séria para merecer um lugar no seu tempo.
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